Rede global de pesquisa

Consumo da frota e redução de CO2 são assuntos que unem o mundo automotivo. Todos os fabricantes enfrentam o desafio de, dentro de um prazo desafiador, reduzir significativamente o consumo e as emissões de seus veículos. Isto tem requerido enormes esforços na engenharia dos powertrains nos últimos anos, sempre adaptados individualmente às condições técnicas dos respectivos mercados. Nesse sentido, a MAHLE coloca grande valor na liderança tecnológica global em todas as suas unidades de negócio, esforço que continuará a aumentar nas próximas décadas.

Presença local é importante para lidar, de forma bem sucedida, com diferenças regionais e culturais de companhias e países, mesmo que o idioma local posso ajudar a construir pontes. Isto permite que relacionamentos de longo prazo sejam estabelecidos com nossos clientes. E esses clientes podem não apenas abrir novas oportunidades no mercado local. Em muitos casos, eles são parte de uma rede global de fabricantes. A MAHLE está idealmente preparada para estes desafios, com seu 75.000 colaboradores em todo mundo, distribuídos em cerca de 170 localidade de produção e 13 grandes Tech Centers. Além dos Tech Centers, a MAHLE opera muitos centros menores de desenvolvimento de competências dedicados a projetos chave e tem equipado um grande número de suas plantas produtivas com facilidades autônomas de teste.

O intercâmbio ocorre regularmente entre os Tech Centers da MAHLE, uma vez que novos resultados e achados de pesquisas são discutidos em conjunto e que se assegura uma eficiente transferência de tecnologia para os projetos internos. A MAHLE também coopera com diversas associações externas de pesquisa, sociedades e universidades em todo mundo. A transferência de tecnologia entre indústria e ciência, assim como as atividades de pesquisa que se estendem além das fronteiras do Grupo, ajudou a identificar novos potenciais para o desenvolvimento de tecnologias mais eficientes para veículos. Neste contexto, a MAHLE foca não somente a utilização dos motores de veículos de passeio, mas também dá atenção a veículos comerciais de uso pesado e a motores de grande porte.

O desafio corporativo e tecnológico, que deve ser encaminhado no cenário da globalização, é atingir um equilíbrio entre diversificação e padronização. Esses dois parâmetros estão diretamente relacionados porque o mais alto nível possível de padronização é o que permite que uma ampla gama de produtos sejam lucrativos no longo prazo mas, ao mesmo tempo, é também o fator limitante. Consequentemente, o portfólio de alguns produtos é amplo, modular e muito flexível.

Influências individuais devidas a cultura e política, além dos requisitos específicos dos mercados, continuam a ter um impacto sobre a diversificação. Entretanto, será sempre interessante e necessário buscar efeitos de sinergia e escala em mercados que, inicialmente, parecem ter orientações tecnológicas fundamentalmente diferentes, especialmente porque esta abordagem pode gerar um movimento a partir do qual várias regiões podem se beneficiar. Mesmo se os produtos são específicos para a região, seus fabricantes são cada vez mais globais.